HAIRDRAMA

segunda-feira

20

julho 2015

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Long Bob platinado de Julia Lund

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Bom, faz um mês que eu terminei a temporada da peça “Estamos indo embora …” e não é a toa que só agora tive tempo de parar e escrever esse post.

Como muitos já devem saber, eu mudei (um pouco) a cor e o corte do meu cabelo para fazer a peça. Como o projeto é meu e do Luiz Felipe Reis, tive total liberdade de escolher o que eu queria fazer com o meu cabelo.

Desde o início eu  pensei num cabelo que não me desse muito trabalho. Algo que fosse uma variação da minha cor original, para que quando começasse a crescer a raiz, não virasse o grande problema da minha vida (quem pinta cabelo de uma cor muito diferente da original, sabe do que estou falando). Também queria que fosse um corte com um ar moderno, contemporâneo, e daí cismei com esse tal de long bob.

Realmente é um corte que está super na moda, aqui e fora do Brasil, e possui algumas variações:

. Wave bob: Para cabelos mais curtos; No modelo clássico, as madeixas devem estar mais curtas e a parte mais comprida deve estar alinhada com o meio da orelha.

.Long bob: Como o nome já diz, é o mesmo corte, mas mantendo o comprimento longo.

O Anderson Couto é um queridíssimo amigo nosso (meu e da Diana) , e como já devem ter ouvido falar: um hairstylist incrível. Tipo gênio, rs. Ele topou entrar no meu projeto como parceiro (mesmo com a agenda mega lotada) e lá fui eu me aventurar em mais uma mudança capilar, rs.

Eu simplesmente amei o resultado! Fiquei algumas boas  horas no Salão Majestic , mas valeu cada segundo. Antes de ir embora, ganhei uma super make da Carla Barraqui e uma pequena sessão de fotos para mostrar meu new hair.

E assim como eu tinha desejado, esse cabelo realmente está me dando pouco trabalho. Porque não dar NENHUM trabalho é impossível né gente?! Já faz muito tempo em que eu deixei de ser essa pessoa que sai com ele molhado na rua e ele seca lindo. Não rola! Sempre tenho que dar uma secada e passar uns três produtos.

Eu e o Anderson optamos por não chegar naquele loiro quase branco, porque iria detonar muito os fios e eu teria que ter o triplo de cuidados para manter.

Cuidar hoje é muito simples: passo o shampoo roxo da Bioderm de 15 em 15 dias e faço uma vez por mês o tratamento com o penetrait (post).

Estou muito afim de experimentar o Cellophanes Clear ou o Pearl Blond, que são indicados para loiras. Já escrevi um post aqui falando do meu amor por esse produto, usava muito quando estava ruiva e amava. Mas o que eu tenho é o Gold Red que tem pigmento vermelho, ou seja, só serve para ruivas.

Quis dividir um pouquinho aqui dessa minha little transformation. Quem se anima para um um bob?

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http-::josephmichaels.net:breathtaking-bobs-alexander-pressler:

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quarta-feira

8

abril 2015

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Hairdrama viajando – um mini guia de Paris com corte, passeio e comida.

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Por Diana Herzog

Paris é uma cidade incrível, tão incrível, que você pode passar a vida indo pra lá, mas basta você mudar de vizinhança pra ver que será como descobrir uma cidade nova. O que eu quero dizer é que cada arrondissement (bairro, digamos assim), é uma Paris, com restaurantes, mercados, lojas, bares, parques, enfim… é uma área particular, com características próprias, claro que sem perder o ar parisiense, mas que faz a cidade ser tão múltipla. É isso, tem muita gente que mora num arrondissement e muitas vezes não sai de lá por nada, ou muita gente que conhece profundamente uma área, mas quando vai ver não sabe nadinha de outra. Porque como eu disse é um mundo.

E eu, é claro, hoje tenho as minhas áreas preferidas. E o que vou compartilhar aqui, na forma de um mini guia, é uma delas. Essa área fica entre o primeiro e segundo arrondissement – é bem a meiucua de Paris, mas como é bem pertinho do Marais (onde eu fiquei), também vou apresentar uma das ruas que eu mais frequentei durante a minha estádia. Ao invés, de apresentar um local específico, restaurante ou etc… vou apresentar as ruas, porque elas sozinhas já são um evento, e o que não vai faltar é lugar pra visitar. Daí fica da vontade e interesse de cada um.

A primeira e principal do post é a rua Montorgueil (não é a rua do salão, mas é a rua que cruza com a rua do salão) uma rua… digamos assim, gourmet. É uma loucura de delícia e de charme. Ela é pequena, começa do lado da igreja St. Eustache (igreja com o maior órgão de tubos da França) que fica de frente pro Les Halles, e vai até a rue Reamur um pouco ao norte (na segunda parte ela muda de nome pra rue de Petits Carreaux). É uma rua de carro, ocupada principalmente por pedestres e ciclistas – um sonho! Dia e noite (o movimento não vai até muito tarde), vive cheia, com o horário de pico no almoço, então é isso, muita gente passeando a pé e os carros é que tem que se virar, ou melhor, esperar. A rua, como vocês vão ver no vídeo, tem várias mini lojas e mercados que oferecem comida de tudo quanto é jeito, para comprar e levar pra casa pra cozinhar ou simplesmente compor um belo antepasto. Tem do Grego, ao Italiano, pro Chinês, Francês, Árabe, tem também as lojas características francesas – charcuterie (carne de porco), boulangerie (pães e doces), fromagerie (queijos), boucherie (carnes), tem lojas de vinhos, de flores, de chocolate, de marca de produto orgânico… isso porque eu nem comecei a falar dos restaurantes, tem Indiano, Thailandês, natural, Marroquino, Italiano e claro vários bistrôs. Tem mais de um supermercado, sendo que um deles é o Naturalia mercado de produtos orgânicos. Paris tem várias ruas nesse estilo, mas a que eu conheço e mais me emociono quando passeio por ela é a Montorgueil (percebem que estou há algumas frases super utilizando o verbo TER, porque é isso, essa rua TEM muita coisas!)

A rua Tiquetonne é a rua do salão e como já disse rua que cruza com a Montorgueil. Ela também é pequena, não tem tanto movimento, dá pra perceber no vídeo que é uma rua mais escondida, o que faz dela  especial. Tem várias pérolas ali! São alguns restaurantes bacanas, três salões  (tive que escolher um), uma loja bacanérrima de bicicletas, outra charmosa de acessórios, isso que eu não visitei tudo, e isso que eu disse que era pequena, rs! São três salões na rua, um que me pareceu mais tradicional, então não me animou tanto; outro super hipster, com cortes mais baratos e pessoas, tanto as que estavam cortam quanto as que foram cortar, com looks super originais, confesso que fiquei com medo, achei melhor não arriscar; e por último o Guild Hairdressing, que agora pensando bem, fica no meio do caminho. Primeiro é importante frisar que o Guild Hairdressing é também uma escola, então eles fazem um esquema, onde o custo do corte varia de acordo com a formação do profissional. O “creative director” é o mais caro, mas como estava pagando em Euro, não rolou pra mim não. Escolhi o corte mais barato, que é com quem está começando, e tive uma grata surpresa. Quem cortou meu cabelo foi a Cecile, eu até postei o cabelo dela no nosso instagram, e ela arrasou! Cortou meu cabelo super bem, entendeu exatamente o que eu pedi. Paguei $50, e se vocês pensarem, até com a conversão ficou muito mais barato do que muitos salões, “mar ou menos” que temos nas cidades grandes. Saí de lá feliz, dá pra ver no vídeo. Agora o melhor do corte dela não foi como eu saí, porque o cabelo ali, ainda estava muito fraquinho e castigado, o melhor é perceber como hoje um mês depois,  o meu cabelo ficou mais forte. Acho que é combinação do corte dela e o kit Nioxin que tenho usado (farei um post).

Agora só pra terminar, quero indicar uma rua, que é pertinho dessas duas, acho que são uns três ou quatro quarteirões, e que vale super a pena ir a noite, depois já ter passeado pela Montorgueil e cortado o cabelo na Tiquetonne. Estou falando da rua St. Martin, mas só no quarteirão entre rue Aux Ours (que é a mesma que a Etienne Marce  (só muda de nome nesse trecho) e a rua Rambuteau. Ali a noite é demais! O movimento mesmo, começa na quarta e vai final de semana adentro. Mas os três cafés (barzinhos para nós brasileiros) estão sempre cheios, não importa o dia e é um do lado do outro, o Café La Fusée, o Jojo e o Café Everest, nessa ordem, que também é a ordem do mais cheio, mais badalado para o com mais facilidade de achar mesa. Sentei muito no Jojo, porque por algum motivo tinha sempre a mesma mesa esperando por mim, mas confesso que sempre quis sentar no Café La Fusée, façanha que só consegui uma vez, as três manhã, e mesmo assim ainda estava lotado. O Café La Fusée é o único dos três que abre de dia, na verdade já abre pro café da manhã, e é isso, de manhã já tem gente sentada lá. Ah! O preço dos chopes é super acessível, eu pedia uma demi, que é tipo o tamanho do nosso chope daqui, e pagava $3 numa Floreffe. Uma Floreffe gente! Não é uma Brahma ou Antartica, que são feitas de milho transgênico (to ficando muito chata com essa coisa de orgânico, rs).

Logo em frente tem um “Bar a Vin”, que é a cara de Paris e fica bem no início de uma “passage” (passagem, entre duas ruas, que se faz por dentro de um prédio, coisa super comum por lá) super charmosa com galerias e lojas, todas com um perfil “artsy”. Um dia sentada no Jojo com uma amiga, vimos um mega movimento no “Bar a Vin”, e na entrada da “passage”, que pedimos logo a conta, pra correr pro outro lado da rua e ver o que se passava. E não é que era uma vernissage, com vinho, arte e um monte de gente interessante conversando. Nessa mesma noite, com essa mesma amiga, depois da vernissasge, corremos pro Le Carlie, logo acima.

O Le Carlie, já é um bar mesmo, quero dizer não parece um café, que fica lotado de gente que vai pra ver gente. Lá é super divertido, acho que fui na minha primeira semana com uma outra amiga, e voltamos várias vezes. Tem também ali pertinho um bar com boate embaixo e do outro lado da rua dois bares/boates para mulheres que gostam de mulheres, sempre muito cheios e animados.

Se der larica, na rua tem dois árabes e na esquina com a Rambuteau um típico francês desses de rua que vendem crepe e panini – não são tão bons, mas quando a fome bate a fome bate, rs! E falando em Rambuteau, é uma outra rua delícia, que se você seguir um pouco pro leste já cai praticamente no meio do Marais, que aí pode virar um outro post a parte, com vários outros restaurantes, lojas, bares, cafés, parques… ah… Parrrris! Só de escrever isso tudo está me dando uma saudade imensa e uma vontade louca de voltar! Ai ai…

Ah!  Já ia me esquecendo! Tem o Marché “Saint-Eustache-Les Halles” (feira) que fica na rua Montmatre logo atrás da Montogueil, toda quinta e domingo. Ia aos domingo comprar verduras e legumes orgânicos, mas tem também comidas, frutos do mar, pão. Várias delícias!

Alguns dos endereços:

Eric Kaiser Boulanger e Patissier – pão maravilhoso! São várias lojas espalhadas por Paris. Sempre lotada.

16 Rue de Petis Carreaux (é a continuação da Montorgueil)

Dyonisos Trateur Grec – loja de comida grega. As azeitonas são incríveis!

14 Rue des Petits Carreaux (é a continuação da Montorgueil)

Bolly Nan – indiano, tipo street food. Não como não parar na hora do almoço, nem que seja só pra olhar, porque o cheiro do nan (pão indiano) é maravilhoso. Fica com fila na porta, preço super em conta, comida bem gostosa. Você escolhe o que vai comer no balcão, senta que te levam a comida depois.

12 Rue des petits carreaux (é a continuação da Montorgueil)

Delitaly Epicerie Italienne – loja de comida italiana, as massas frescas são deliciosas, o ravioli recheado de trufa é a minha dica! Tem vários antepastos também.

5 Rue des Petits Carreaux (é a continuação da Montorgueil)

Exki – restaurante esquema fast food, só que natural. Cansei de entrar pegar um sopa e uma salada. Bom, prático e barato.  

59 Rue Montorgueil

Café du Centre – café típico parisiense, ótimo lugar pra sentar, tomar um “verre” (taça de vinho), beber um café ou tomar uma tradicional Sopa de Cebola.

58 rue Montorgueil

Le Tambour – restaurante que fica na rua detrás, animadíssimo! Aberto até tarde, coisa raríssima em Paris.

41, rue Montmartre

Aux 3 éléphant – thai bem gostosinho, aberto almoço e jantar, está sempre cheio.

36, rue Tiquetonne

O’ Scia’– pizzaria napolitana. Também sempre cheia, tivemos que tentar mais de uma vez pra conseguir sentar, vale fazer reserva.

42 Rue Tiquetonne

En Selle Marcel – loja de bicicleta muito charmosa.

40 rue Tiquetonne

Guild Hairdressing – o salão.

18 rue Tiquetonne

E. Dehillerin – loja incrível de utensílios culinários.

18 e 20 rue Coquillière

Bovida – mais uma loja incrível de utensílios culinários.

36 rue Montmartre

Mora – mais uma.

13 rue Montmartre

A. Simon – mais uma, rs!

48 e 52 rue Montmartre

Algumas fotos!

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terça-feira

17

março 2015

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Tintas naturais ou hairdrama ou como o meu cabelo ficou com mechas “verde cloro de piscina”

Written by , Posted in Dicas Bio, HAIRDRAMA VIAJANDO, HAIRDRAMAS, LOOKS, PRODUTOS, REVIEW

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Por Diana Herzog

Passei dois meses estudando em Paris… ah, Paris… os parques, as ruas cheias de gente mesmo à zero grau, cafés, museus, teatro, shows e um mundo de produtos orgânicos. Confesso que essa cidade me emociona muito, mas a emoção que eu senti tendo acesso a tantas escolhas de produtos orgânicos, tanto para beleza, quanto alimentação, limpeza, etc… foi única. Já há algum tempo eu venho mudando os meus hábitos, trocando o meu desodorante por um sem alumínio, indo a feira orgânica toda terça, e experimentando produtos como o que eu já recomendei por aqui (Keune So Pure).

No Brasil é difícil achar produtos orgânicos ou naturais de beleza pra comprar, nós temos a Renata Esteves que faz um belíssimo trabalho através do site Beleza Orgânica, mas nós precisamos, também, que esses produtos existam nas prateleiras das farmácias Pachecos e Venâncios da vida, em lojas especializadas ou até em supermercados, e claro à preços possíveis. Por isso minha emoção foi tão grande ao entrar no Bio C’ Bon, um mercado de orgânicos e achar quase que uma mini farmácia de beleza orgânica. Fiquei louca e até postei no instagram e me  dei a missão de experimentar o máximo de produtos que dois meses e o meu bolso permitissem.

EuIMG_3161 fiquei tão empenhada na missão, que hoje me encontro com mechas verdes no cabelo, sabe aquele verde de quem é loiro e nada numa piscina com cloro, pois é assim que eu ainda estou, rs! Eu tenho muitos fios brancos, e já sabia das várias opções de tintas naturais que eu encontraria. Já na primeira semana comprei a Color & Soin que é uma cor permanente com extratos vegetais. É difícil escolher, são várias opções de marcas, mas o mais complicado mesmo é entender a cor, eu comprei num mercado natural, então não havia palheta de cores, e as caixas mal vem com uma foto da cor (como isso realmente fizesse diferença, rs), então tem que confiar e ir na sorte.
Escolhi o “Blond Miel” (loiro mel), fui pra casa animada e com medo, porque tinta é um mistério, ainda mais quando se mexe com loiro, a gente nunca sabe quando vai sair um laranja. Fiquei muito aflita durante o processo e enquanto esperava o tempo da tinta, rezava um pouquinho pra que tudo desse certo. A reza foi forte e deu super certo. Eu amei a cor, ficou um loiro mel bem bonito e também melhorou a textura do meu cabelo. Ah! Quando fiz a mistura da tinta e apliquei no cabelo fiquei impressionada com a suavidade do produto, não tinha aquele cheiro forte de tinta, não tinha cheiro nenhum na verdade, e também não senti nenhuma ardência ou coceira no coro cabeludo, foi uma beleza!

Bom, a minha felicidade durou quase 4 semanas, os fios brancos começaram a interromper a harmonia daquele loiro mel IMG_3570 que eu nunca tinha tido, saquinho! Me encontrei numa dúvida cruel, comprar a mesma tinta e garantir a cor que estava me fazendo tão feliz, ou continuar na minha missão – experimentar o máximo de produtos pra poder compartilhar aqui no blog. Meu dever com o Hairdrama falou mais alto, e eu disse “au revoir” ao loiro mel. Dessa vez comprei a tinta no Naturalia, um outro mercado orgânico um pouco mais simples que o outro. Comprei  a cor “Blond Moyen” (meio loiro) do Beliflor. Tive a sensação de ser tão suave quanto o Color & Soin, e mais uma vez durante o processo, comecei a rezar pra que não ficasse laranja. Bom, a reza deu certo, laranja não ficou, rs! Não sei até agora o que aconteceu, mas tenho a impressão de que foi uma reação química entre as duas tintas e as mechas que já estava lá antes da minha viagem, porque foram só as mechas que ficaram esverdeadas, e foi isso que me irritou, porque fora as mechas a cor ficou incrível!!! Um mel brilhoso, apagado pelo verde opaco, rs! Fiquei arrasada. Mas é isso, tinta é química e quando não entendemos muito, é melhor ficar no seguro, a não ser que você tenha muito cabelo  e seja desprendida, rs!

 

 

IMG_3569 Me deu uma louca depois disso e eu comprei mais uma tinta de caixinha, a Korres uma marca Grega, dessa vez no Beauty Monop, loja que só fui entrar no final da viagem e nossa como me arrependi. É uma loja de produtos de beleza em geral, mas fiquei impressionada com a quantidade de opções de tinta mais suaves e com a aparência mais profissa. Escolhi o “light honey chestnut” (castanho mel claro), porque fico achando que o escuro sempre cobre (mas não sei se isso confere, afinal como já mostrado aqui, nunca sabemos quando vai haver uma reação química), mas ainda não tive coragem de experimentar.  Os brancos estão novamente tomando conta, eu continuo com mechas esverdeadas e não sei se chamo um mestre da juba pra me salvar ou se arrisco mais uma vez, afinal é mais uma marca pra compartilhar com vocês. :)

Ah! Quero deixar claro que o meu cabelo ter ficado verde não tem nada a ver com a qualidade do produto que eu utilizei, inclusive ambos tem aviso sobre a interferência de outros produtos, o problema foi eu querer misturar tudo. Recomendo os dois! E outra coisa, é que nenhuma dessas tintas é orgânica, na verdade não encontrei tinta orgânica, mas sim, tintas naturais, sem amônia, sem parabeno, sem silicone, sem óleo mineral, sem metal pesado, sem resorcionol, o que é uma maravilha, porque acho que das piores coisas pra nossa saúde se tratando de produtos de beleza, são as tinturas.

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Primeira tentativa: logo depois comecei a rezar.

cabelo mel

A cor que eu amei, e durou um mês :(

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Hairdrama.

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Ao vivo é pior!





sexta-feira

20

fevereiro 2015

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Penetrait – máscara milagrosa da Sebastian

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Esse post é da categoria “Review” onde experimentamos um produto e viemos aqui contar o que achamos dele.

Por Julia Lund 

Bom, hoje é pra falar da máscara Penetrait da Sebastian, que, juro, acho milagrosa! Lá no site da Sebastian Brasil a especificação do produto é a seguinte:

MÁSCARA FORTALECEDORA E REPARADORA

Possuem ingredientes especialmente combinados para agirem sobre os cabelos extremamente danificados pelo excesso de tratamentos químicos e por danos causados por ferramentas térmicas. Condicionam e fortalecem os fios.

Dito e feito! É exatamente isso o que ela faz.

Porém, algumas questões: é um tratamento feito prioritariamente nos salões profissionais, mas existem duas versões do produto (250ml e 500ml) para a venda com a finalidade de fazer o tratamento em casa. A moça que me vendeu essa máscara e também as pesquisas que fiz na internet, afirmam que elas possuem diferenças entre si. A 250ml é um pouco mais fraca e não precisa de calor para fazer efeito, já a de 500ml (super potente) é de uso profissional e só age a base de alguma fonte de calor. Como eu sou abusada, comprei a de 500ml. Ela é mais difícil e mais trabalhosa de usar mesmo. Eu faço assim: Lavo o cabelo, tiro bem o excesso de água, desligo o chuveiro (olha o gasto de água aí galera rs) aplico a quantidade de produto que coloquei na foto abaixo, e vou mecha por mecha massageando cabelo. Daí pego o secador e jogo calor durante 10 minutos, o cabelo fica bem duro, é normal! Espero dar uma esfriada e lavo, tiro bem o produto. Pra finalizar, passo um condicionador, apesar de achar que não precisa porque o cabelo já está super desembaraçado, mas sei lá, me falaram que era bom fazer isso e eu acreditei rs. O banho, como um todo, dura horas, dá uma preguiça danada, mas compensa. Meu cabelo fica muito bom, com um super brilho e maciez. Eu realmente sinto o tratamento fazendo efeito.

Mas, vejam bem, é um tratamento forte que não pode ser feito toda a semana, eu faço de 15 em 15 dias e é o suficiente. Dizem que como essa máscara possui muita proteína, se usada em excesso, pode acabar fazendo mais mal do que bem pros cabelos, principalmente se forem fios fracos e finos como os meus. Então, Be Careful :)

Um coisa que não é tão bacana, é o preço dela, é bem cara, mas sinceramente, acho que vale cada centavo, até porque dura muito. Como esse post não é patrocinado, aliás, nenhum aqui do nosso blog é, eu comprei a minha, mas não me arrependi de ter gasto, pelo contrário, achei um ótimo investimento.

É isso. Quem se anima?

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sábado

7

fevereiro 2015

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Cut by Fred – Um site que amamos!

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Nas nossas muitas  pesquisas por esse mundo vasto e infinito que é a internet, damos de cara com os sites/blogs mais inusitados da rede. Mesmo estando focadas no assunto cabelo, ainda assim são muuuitas as referências. Estamos falando de um assunto que, em diferentes graus, interessa a todos.

Bom, tudo isso para dizer que o blog que a gente mais AMA é o Cut By Fred . Quem nos apresentou esse blog foi a Elisa Faulhaber, uma amiga figurinista e antenada.

O Fred é um hairstylist francês, diga-se de passagem BEM GATO, que tem o site mais transado de todos. Seus vídeos são mega bem produzidos, com trilhas maravilhosas, e quase sempre mostram um antes e depois, ou seja, um “antes dele tocar no seu cabelo” e um “depois dele tocar no seu cabelo” rs. Além de cortar super bem, ele também tem várias dicas de penteados.

Como ele mesmo descreve no “About” do seu blog, depois de trabalhar um tempo com cinema e moda, ele quis criar um espaço mais autoral e pessoal, onde pudesse falar mais livremente sobre sua visão de beleza. Ele diz:  “o que fala é o cabelo, tenho a impressão que tudo passa pelo cabelo e que ele deveria governar o mundo” e depois segue: “ok, estou exagerando” hahaha. Bom, nem precisamos dizer que a gente adorou esse exagero :)

Aqui alguns vídeos dele. Foi super difícil escolher, são todos maravilhosos. Selecionamos um no estilo “Antes/Depois” e três tutoriais incluindo um penteado da série “Games Of Thrones”. No blog tem muito mais.

Quisemos postar aqui, porque além de querer dividir essa pérola com vocês, a gente acha que pode ser um ótimo lugar de referências de corte, cor e penteados.

Então, voilá!

cutbyfred.com

Antes/Depois – Lisa et son mini-carré

Tutorial – Tresse-noeuds ou quelque chose comme ça

Tutorial – After summer

Tutorial – Coiffe Game of Thrones

 

 

 

 

 

 





sábado

31

janeiro 2015

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TUTORIAL HAIRDRAMA: trança escama de peixe.

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http-::www.samvilla.com:how-to:tips:dont-let-your-fishtail-braid-be-ordinary#.VMzN6Vb_Rg0

Mais um tutorial com a talentosa Loeni Mazzei, dessa vez a nossa modelo é a Priscila Assum, amiga e super colaboradora do hairdrama, já mostrou pra gente como fazer um coque com lenço super fácil, quem quiser aprender clique aqui.

Além do vídeo fizemos uma seleção de tranças escama de peixe, para dar uma inspirada na hora de fazer o penteado.

Queremos saber quem é que vai conseguir fazer igual depois do nosso tutorial, hein!

workoutfits.org

1. workoutfits.org

www.samvilla.com:how-to:tips:dont-let-your-fishtail-braid-be-ordinary#.VMzN6Vb_Rg0

2. samvilla.com

www.glamour.com:lipstick:2014:05:braids-and-braided-hairstyles-to-try-this-summer:9

3. glamour

www.glamour.com:lipstick:2014:05:braids-and-braided-hairstyles-to-try-this-summer:8

4. glamour

www.glamradar.com:easy-braided-hairstyles:fishtail-braids:

5. glamradar.com

www.blog.freepeople.com:2013:03:hairstyle-love-ponyfish:

6. blog freepeople

www.blog.freepeople.com:2013:03:hairstyle-love-ponyfish:

7. blog freepeople





quarta-feira

28

janeiro 2015

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Keune So Pure – Menos química e mais saúde.

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Por Diana Herzog

sopurekeuneDurante um mês usei o So Pure Color Care Shampoo e Condicionador da Keune, e nesses 30 dias senti meus fios agradecidos e felizes.

Esperei tirar a tinta fantasia do cabelo para poder ter uma experiência válida com a linha So Pure da Keune. Digo válida, porque essa linha se propõe a ser “Eco Friendly” – produtos com menos toxinas, menos prejudiciais à natureza e ao nosso corpo (digo corpo, porque o que usamos não afeta apenas nossas madeixas, e sim nosso sistema todo, fizemos um post sobre “slow beauty”,  quem tiver interesse, clique aqui). “Todos os produtos são livres de parabenos e sulfatos, não possuem fragrâncias ou corantes artificiais, nem materiais de origem animal” (citação do próprio site da marca) Então, gente, como é que eu podia experimentar uma linha com uma composição mais leve e natural, colocando tinta rosa (acho que é o produto mais sinistro das químicas) toda semana no cabelo? rs! Não seria justo.

Com o cabelo de volta “ao normal” o So Pure entrou na minha rotina, e já no primeiro dia de aplicação estranhei um pouco o contato com ambos – shampoo e condicionador. Deixa eu explicar melhor, todos os shampoos que vendem por aí, dos mais baratos aos mais caros, TODOS, contém SODIUM LAURETH SULFATE (Lauril ou Laureth Sulfato de sódio), que é digamos o pai da espuma, o responsável por gerar toda aquela brancura cheirosa que nos faz achar que estamos lavando e hidratando os nossos cabelos. Então, esse tal de Sodium Laureth Sulfate, é um horror! Já foram feitos mais de 16,000 estudos sobre o “SLS” e todos revelam problemas, por exemplo: irritação na pele e olhos, toxicidade em órgãos, neurotoxicidade, problemas endocrinólogicos, possíveis mutações, câncer, entre vários outros, essa página tem mais informação ou você pode ir direto para o google, e o retorno da busca é assustador, não salva um, rs!

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Uma listinha pra ajudar na hora de ler a composição de um cosmético. :)!

Voltamos ao shampoo,  então quando o “SLS” é tirado de um produto como o shampoo, precisamos dizer “bye bye” espuminha, e alou nova sensação! Dependendo do produto e do grau “Bio” (orgânico) às vezes nem espuma faz, o shampoo So Pure, por exemplo faz pouca espuma. E pra gente que está acostumada a cobrir a cabeça de branco, é realmente muito estranho, a sensação é de que não tem suficiente, de que precisamos colocar mais e mais, mas NÃO PRECISA, é assim mesmo – menos química. A espuma é coisa bonita pra gente ver e sentir, mas não tem nada de bom, então fica a dica. Imagino que alguém com muito cabelo, talvez tenha um pouco mais de dificuldade de adaptação, mas se fosse eu insistiria na mudança :) – por cabeças mais saudáveis.

O Condicionador é a mesma coisa, não faz aquela camada envolvente que super escorrega nos fios, mas o condicionador So Pure escorrega, digo isso, porque já usei um condicionador xiita dos orgânicos e a sensação era realmente muito estranha, como se cabelo ficasse mais duro, rs, to falando que é estranho no início, rs! Mas gente, o momento de mudança é agora, temos vivências com produtos que são uma delícia de usar, mas que nos fazem muito mal sem que percebamos, então costume e adaptação vem com o tempo e perseverança, rs!

O cheiro dos dois é uma delícia, um cheiro de bom gosto sabe, me lembra massagem com óleos num spa, apesar deu nunca ter feito massagem com óleos num spa, rsrs! Mas é a sensação que deu, gostei muito!

Dito isso tudo, o que mais importa é o resultado! Estou muito satisfeita! Meu cabelo ficou bem bom, com brilho, com um pouco mais de peso, e com os fios soltinhos. A impressão é de mais saúde, acho que se cortasse meu cabelo, faria mais diferença ainda, estou com pontas bem castigadas. Eu só parei de usar por dois motivos: 1- viajei, vim para o sonho dos produtos orgânicos, então meu duro trabalho aqui, está sendo experimentar menos química, rs! 2- acabou.

O bom do So Pure é que vende no Brasil, diferente de todos os produtos que to conhecendo nessa minha viagem e que depois para continuar usando, dependo da boa vontade de outro viajante, rs! Quem tiver interesse pode achar na Beleza Orgânica, foi inclusive ela que nos recomendou o So Pure. (obrigada! <3) É uma loja online, onde vocês vão encontrar muitas outras marcas e opções orgânicas, vale a pena olhar!!!

Acabei de lembrar, que nós (eu e Julia, é claro, rs!) fizemos um tratamento capilar So Pure ano passado, com a nossa Mestra da Juba Rose Felix, dá pra ver o processo todinho em vídeo, vi agora e deu muita vontade fazer de novo! (só clicar aqui)

E voilá, mais saúde na cabeça, nos corpos e nos cabelos, se nós não mudarmos nosso jeito de pensar e agir, a indústria também não vai mudar, e continuará  nos vendendo veneno. Pra vocês verem que eu não estou exagerando, deixo aqui um mini-documentário sobre a história dos cosméticos, é imperdível!





quinta-feira

22

janeiro 2015

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Nova propaganda da Aussie com o “Shit Girls Say” é um hit do youtube

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Gente,

nós acabamos de ver a nova propaganda da Aussie e rimos muito! Inclusive ela termina falando, “Deixe o hair drama pra lá”. A Aussie é uma marca americana, gigante, vendida internacionalmente e é algo bem próximo de um Pantene ou Dove.  A propaganda é feita com o “Shit Girls Say” uma websérie de comédia que já faz muito sucesso na internet há um tempo, mas nós nunca tínhamos ouvido falar. Os caras são maravilhosos, é bem estereotipado, mas é engraçado, não dá pra levar tudo a sério, né gente, rs! Vale a pena dar uma olhada no canal deles (só clicar aqui).

Nós fizemos legendas em português pra não deixar ninguém de fora, queremos compartilhar essa pérola com todo mundo, porque é uma delícia. Aproveitem!!!





terça-feira

20

janeiro 2015

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Precisamos ter coragem pra mudar. Post escrito por Pâmela Côto.

Written by , Posted in Convidados, LOOKS

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A queridíssima Pamela Côto, nossa amiga atriz e seguidora do nosso hairdrama, escreveu esse post pra gente, contando um pouco da sua dificuldade em mudar os cabelos.

Cabelo é um troço engraçado: O que é fácil pra umas, é difícil para outras. Não tem regra.  E como sabemos que ele é um elemento transformador para a mulher, tem que se sentir segura mesmo para arriscar uma mudança.

Aqui vai o relato dela:

 POR PÂMELA CÔTO

Como fã do Hairdrama e medrosa que sou para mudar os cabelos, a ida ao salão é sempre um grande evento pra mim. Resolvi, então, registrar um pouco do meu momento volta ao loiro e adeus aos longos.

Eu cultivei madeixas longas quase a vida inteira. Consigo contar em meia mão a quantidade de cortes significativos que eu considerei uma radicalização: Por duas vezes, só duas vezes! Numa cortei os cabelos na altura dos ombros,  e na outra um pouco mais a cima. A primeira vez a contra-gosto e cheia de picotes, pra um trabalho fotográfico. A segunda há 3 anos, com um long bob por desejo mesmo.

Esse ano foi a vez de escurecer os cabelos. Precisei deixá-los castanhos escuros pra uma série e adorei o pretexto e o resultado. Mas como foi feito uso de tonalizante e não tinta, depois de alguns meses o cabelo começou a ficar com uma cor de burro-quando-foge, e depois a se aproximar da cor do meu cabelo natural, um loiro escuro que eu confesso achar bem sem sal. Já faz tanto tempo que eu faço mechas mais claras, e amo, que até a minha mãe disse que essa não era o cor do meu cabelo – “não,  é  muito mais claro!” Ou ela ficou com a memória da minha loirice de infãncia dourada das férias na Região dos Lagos, ou as mechas que a Karla faz (a minha fiel hair stylist) realmente me deixam com cara de que eu nasci assim, eu cresci assim, vou ser sempre assim!

Seja como for, é por isso que eu digo que resolvi “voltar ao loiro”. Ao loiro que eu já tive um dia naturalmente e ao loiro que me deixa fazer as pazes com o espelho que cisma em não me reconhecer diferente. Ah! E junto com isso, o terceiro corte da vida, que me fez refletir por meses. Dessa vez o espelho, que conversa muito comigo, exigiu mudanças. Disse que aquele longo já tinha dado. Que alguma coisa em mim mudou e o meu cabelo precisava acompanhar a mudança. Demorei mas topei. E agora, adorando a mudança, não paro de mexer no cabelo e mostrar pra ele, o espelho. Espelho, espelho meu… e agora, já me reconhece, pô?!

Agradecimentos especiais à Karla Guerra, do Salão Belíssima Beauty no Leblon.

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Cabelo médio/cabelo longo loiríssimo

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Castanho para “Milagres de Jesus” na Record/Mais claro para a série “Meus dias de rock”

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Novo corte





domingo

18

janeiro 2015

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Cortes pra esse verão que está um forno!

Written by , Posted in LOOKS, SELEÇÃO HAIRDRAMA

Julianne-Hough marieclaire.co.uk

Gente, nós sabemos que o verão tá coisa séria – estamos  praticamente vivendo numa sauna. E nos dias que o Rio de Janeiro, por exemplo, tem proporcionado, nem pelado rola, rs! Cabelo comprido então, é tipo cobertor na cabeça.  Pra quem sempre teve vontade e nunca coragem de cortar as madeixas mais curtinhas, agora é a melhor hora pra encarar uma mudança. Nós então pra botar um pouco mais de pilha, fizemos uma seleção de cabelos curtos, são muitas opções – para as mais corajosas e para aquelas que vão aos poucos. É muita inspiração, e dá vontade de ter todos. Tomara que esse post realmente traga mudanças! Cabelo curto é lindo e a cara do verão e quase um ato de sobrevivência, rs!

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