HAIRDRAMA

Monthly Archive: setembro 2014

segunda-feira

29

setembro 2014

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Chegando no rosa!!!

Written by , Posted in LOOKS, Mestres das Jubas, PRODUTOS, TROCA TROCA - PERSONAGENS

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Por Diana Herzog

Bom a primeira parte vocês já viram, fiquei três dias com o cabelo platinado amarelo, quando cheguei no salão pra colocar o rosa já estava num estado mega feliz aliviada, rs!

Cheguei com uma tinta de uma marca que eu não conhecia, bem mais barata e que tinha o tom mais magenta, mais próximo da referência que o diretor tinha nos mandado. Resolvemos experimentar por causa da cor e foi um desastre, a tinta não pegou, meu cabelo espigou inteiro, fiquei tensa, na verdade quase apavorada de ficar com uma cabeça parecendo um pavão maluco. jean's color Percebemos que devíamos ter ido direto pro pink do Jean’s Color da Alfaparf, e funcionou que é uma beleza! O Alê aplicou a tinta direto no cabelo seco e deixou uns 5 minutos, porque já tínhamos feito uma mecha teste e sabíamos que no meu cabelo pegava muito rápido. E foi assim, em pouco mais de 5 minutos estava com a cabeça fosforescente, gente essa cor da Alfaparf é mega acesa, fica pink pink pink! Saí na rua nesse dia a sensação é de que eu estava andando com uma melância na cabeça, todo mundo olhava, rs! Foi uma onda! Mas fiquei tranquila, porque tinha visto como a mecha teste tinha desbotado em poucos dias, então tinha certeza de que aquela cor não ficaria, ufa! E não deu outra, pintei na terça e no sábado já estava rosa claro com a cor perfeita pro filme!

Aqui vão algumas dicas pra quem estiver tomando coragem pra fazer a mesma coisa:

– A tinta sai todo dia na lavagem, a espuma é rosa, e quando a cor ainda tá viva a toalha também fica um pouco rosa mas não mancha. Me falaram que fronha ficaria manchada, mas na real só na primeira noite, manchou um pouquinho, depois disso nunca mais.

– Como eu não curti o tom super pink original, segui a dica do Alê e diluí a tinta num condicionador e apliquei no cabelo molhado no banho antes do shampoo.

– Eu apliquei de vários jeitos, com pente, com pincel, com luvas. Se você quiser cobrir a cabeça toda a boa é passar um pente fino no cabelo, super funciona.

– Sempre use luvas!

– Se você quiser fazer só as pontas, coisa que fui fazer ontem, não precisa nem de pente, faz a misturinha da tinta com condicionador, coloca a luva e passa com a mão mesmo nas pontas. Deixa um pouquinho e depois tira.

– Se você colocou a tinta, ficou muito forte e você odiou, usa um shampoo de limpeza profunda que sai bastante, só não pode usar mais de uma vez por semana porque acaba com os fios. Dica da Diandra Ferreira (DI_FERREIRA no instagrama), dona de uma cabeça colorida.

– E se você gosta do tom clarinho se prepara pra pintar o cabelo a cada dois dias no banho. Porque como já falei sai muuuuuito!!!

P1060132– Ah! A Fernanda assistente do Alê colocou no meu cabelo um shampoo e máscara da Kerastase que fizeram milagre! Ainda não consegui comprar e por isso meu cabelo tem estado de mal comigo, rs! E tem também a dica que a Julia ja deu do vinagre de maça com a água depois do banho, é incrível!!!

Eu fiquei super feliz com o cabelo rosa, é realmente um experiência, eu recomendo a todos. Mas lembrem que descolorir é uma bosta e realmente detona muito os fios, mas pra fazer uma vez na vida vale muito a pena! O mundo colorido é bem bom!

E agora algumas fotos!!

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Essa era a referência.

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Primeira tentativa, foi um haidrama.

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Isso aqui já na Bolívia.

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Com o Alê a e Fernanda e uma cabeça acesa!

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Agora já colocando a Jean’s Color, entre o platinado e o rosa, que ainda não tá rosa né.

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Nos finalmentes!

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Tinha acabado de olhar o tom da cor, e naquele momento cheguei a achar que fosse ficar vermelho sangue, rs

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Me achando revolt com uma toalha branca na cabeça, aff, rs

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Foto mais colorida de todas!

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Esse tom de rosa eu gosto!

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Aqui foi dessa última vez que fiz só as pontas. Acho que até agora o meu preferido.

 

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segunda-feira

22

setembro 2014

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Caminhando para o rosa: primeira parada platinado

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Por Diana Herzog

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Com o Alê e a sua assistente Fernanda.

Já estava me preparando pra ir pra Bolívia filmar um videoclip, eis que alguns dias antes numa reunião via Skype o diretor João Nuno e a assistente de direção (minha queridíssima prima-irmã)  Fernanda Polacow, de mansinho começam a me preparar pra pergunta: “Você pintaria seu cabelo de rosa pro filme? Primeiro ri um monte, acho que de nervoso, porque já me vi no salão tendo que descolorir meu cabelo DE NOVO, mas depois continuei rindo de desespero porque tinha acabado de dizer sim.  Fazer o que né gente –  é a minha profissão, o diretor acha que é necessário para o resultado final do filme, e claro tenho um blog com a Julia que se chama HAIRDRAMA, não deu nem pra ficar na dúvida, só no desespero mesmo. O louco é que como eu já disse já estava me preparando pra ir pra Bolívia, quer dizer tive uma semana pra fazer essa transformação. Dois dias após a conversa já estava no salão descolorindo, que é essa primeira parte e cinco dias depois estava colocando o rosa pink!

Confesso que foi muita emoção, muita reza e torcida pra que todos os meus poucos e queridos fios não debandassem em queda e quebra, rs! Corri pro nosso mestre da juba, Alê Carvalho, afinal ele tinha sido o último a mexer no meu cabelo, ele que fez a transformação do loiro pro chocolate (para ver a mudança clique aqui) no início do ano. Acho que numa transformação desse tipo, que requer uma decapagem é necessário estar com alguém que conheça bem o seu cabelo, pra entender os tempos e as dosagens do descolorante e minimizar as chances de um hairdrama, rs!

Nesse post vocês podem conferir a primeira parte do processo, que demora muito, porque descolorir é sempre um procedimento loooongo. O mais legal de acompanhar o passo a passo, é ouvir as dicas que o Alê dá sobre como fazer tudo da maneira mais delicada possível, com o objetivo de preservar ao máximo cada fio de cabelo.

E realmente ele arrasou, até agora meu cabelo não caiu, rs! Na verdade aguentou tudo firme forte, não vou mentir pra vcs, é óbvio que o fio com o pigmento castanho tem mais brilho e é mais encorpado, mas considerando o trauma tá tudo cor de rosa!

Alê e Diana

Tomando coragem pra começar!

Ju e Di

Gatas!

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Primeira parte, sem raiz, dica do Alê.

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Amarelo, já já segunda decapagem.

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Com medo

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Mecha teste

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Yeah!!!! Com cabelo!! As duas loiras, isso não acontecia há um tempo!

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Fiquei assim de sexta à terça, rs!

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Alexandre Carvalho

 

Formado em Jornalismo, sempre esteve ligado aos eventos de moda onde começou a se interessar por cabelo. Entre uma pauta e outra, começou a dedicar suas horas vagas aos cursos de cabeleireiro e visagismo.

Completou dez anos de profissão com um curriculum bem diversificado, jacques Dessange Paris, Vidal Sassoon Alemanha e Los Angeles, Redken Em NY e Las Vegas , Bumble and Bumble NY, Toni and Guy Londres, Longueras Argentina, entre outros… Além de ter sido formado pela academia L’oreal de cabeleireiros no Brasil. Nesses dez anos de profissão, oito são dedicados a família Crystal hair no Leblon , onde tem um grande prazer de fazer parte da equipe.

 

Cristal Hair Leblon

 

Endereço: Rua Almirante Guilhem, 255 – Leblon, Rio de Janeiro – RJ, 22440-000

Telefone:(21) 2512-4342

quarta-feira

17

setembro 2014

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Do ruivo ao loiro… Ainda em processo…

Written by , Posted in DESATANDO OS NÓS, LOOKS, PRODUTOS, TROCA TROCA - PERSONAGENS

Equipe toda reunida: Alexandre, eu, Martinha e João.
Equipe toda reunida: Alexandre, eu, Martinha e João.

Equipe toda reunida: Alexandre, eu, Martinha e João.

Parece brincadeira mas ainda existe um “ruivo” no meu cabelo. Claro que estou muito mais loira do que ruiva, mas a sensação que eu tenho, é que só deixando crescer e cortando pra ele sair de vez.

Eu fui acompanhar a Diana no dia que em que ela começou a transformação para o rosa, daí quando o João Bosco me viu, falou: “Senta aqui, vamos clarear mais esse cabelo!” E eu é claro, fui.

Estou adorando a cor que está: meio loiro, meio cinza, meio vermelho, é uma onda! O que é mais impressionante nesse processo do João, é que os meus fios não estão detonados, as pontas estão um pouco secas, mas isso elas sempre foram. Para tirar o pigmento vermelho do cabelo, só existem três opções (eu acho, pode ser que existam outras formas, mas eu só sei dessas 3 rs):

1. Descolorir o cabelo

2. Matizar com um tom mais escuro que o vermelho

3. Deixar crescer e cortar

Dessa vez decidimos pela segunda opção, e posso afirmar que foi a melhor, afinal já sou experiente no assunto (para ver o post clique aqui ). Os produtos que tenho usado, também tem ajudado bastante: O shampoo e o condicionador do Jonh Frieda para loiras; o shampoo silver da Bioderm uma vez por semana; a máscara de tratamento K-Pak da Joico uma vez por semana; as ampolas de tratamento da TRESemmé; e ao final do banho eu jogo vinagre de maça como uma última lavada no cabelo. Essa dica do vinagre também foi do João Bosco, ele ajuda a fechar a cutícula do cabelo e por conseqüência dá mais brilho. A medida é meio no olho mesmo, é um copo grande de água e mais ou menos uma tampinha do vinagre. Na hora fica um cheiro forte, mas sai logo. Ah, e com os cabelos úmidos, eu passo um pouco do leave in RD.

Bom, fizemos um videozinho rápido dessa segunda parte da “transformação ruivo-loiro”.

E aqui os produtos que têm me salvado:

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João Bosco

 

João Bosco tem grande experiência como colorista, tendo viajado o mundo para conquistar sua técnica. Trabalhou muitos anos na franquia francesa Jacques Dessange, e fez cursos no Tony and Guy em Londres, Jacques Dessange Paris, Vidal Sasson Alemanha, Los Angeles entre outros. Tem entre suas clientes diversos artistas e jornalistas. Há seis anos trabalha no Crystal Hair Leblon.

 

Cristal Hair Leblon

 

Endereço: Rua Almirante Guilhem, 255 – Leblon, Rio de Janeiro – RJ, 22440-000

Telefone:(21) 2512-4342

quarta-feira

3

setembro 2014

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Elba X Zuleica – Raquel Villar conta a história do seu cabelo

Written by , Posted in CABELO CRESPO É TUDO!, HAIRDRAMAS

raquel villar
Convidamos nossa amiga, a  atriz Raquel Villar  pra contar um pouco a história do seu cabelo, afinal não é fácil assumir a “Elba” num mundo onde “cabelo crespo” muitas vezes é visto como algo negativo, como um defeito e não como uma qualidade. Essa história do liso escorrido está passando, mas existe há muito tempo, e acaba sempre afetando de uma forma ou de outra as donas das cabeças mais interessantes e cheias de personalidades. No seu relato hilário, Raquel mostra o drama, ou melhor, o hairdrama, que passou  até conseguir aceitar e começar a gostar dos seus fios ao natural. Nós não temos cabelos crespos, na verdade quase não temos cabelos, rs, mas sabemos que a maioria das mulheres brasileiras têm, e muitas não sabem como cuidar de suas cabeleiras, então resolvemos abrir um espaço aqui no blog pra facilitar esse assunto, teremos diferentes mulheres contando histórias, dando dicas, etc…  e quem sabe assim não vemos mais “Elbas” por aí.  Com vocês RAQUEL VILLAR!!!!
raquel jovem

Segunda a Raquel: “Elba jovem”

 Elba X Zuleica

Relembrando a época dos diários, vamos aos cabelos!


 Eu, Raquel, aos 12 anos:
12 anos foi a idade em que eu dei meu primeiro beijo, e eu não sei se o que mais me marcou nessa fase foi eu ter dado o meu primeiro beijo, ou a franja loira que eu tinha .. (?) .. Sim, era uma franja loira, e não só era uma franja loira, mas tinha também uma parte que não chegava a ter o mesmo comprimento do cabelo, mas também não era franja, era um cacho médio e loiro, sim, loiro. O resto era natural, castanho, e na maioria das vezes eu o usava preso. Só a franja e aquela coisinha média loira pendurada no rosto. 
 
Bom, eu sempre tive muita liberdade com meu cabelo, e sempre estava inventando alguma coisa, fazia trancinhas nele todo, tentava pintar com papel crepom, mas nunca fazia o visual black, e quando o fazia, levava na piada : “Olha, sou a Elba Ramalho!” (Dos anos 80). Eu achava que isso era piada, quando na verdade era uma falta de conhecimento meu, para entender o cabelo lindo que eu e Elba tínhamos em comum. Então eu sempre escondia a Elba dentro de mim.
 
Fui crescendo e aos 15 anos ainda tinha aquela imagem do cabelo liso como o cabelo perfeito, todo mundo alisava, fazia escova, toca, e blabla.. Comigo não era diferente, cansei de dormir de toca, meu tio até me apelidou de Zuleica. Na verdade Zuleica era o nome da entidade toca, quem a colocava estava fadado a ser Zuleica. Eu vivi sendo Zuleica por um bom tempo.
 
Um dia resolvi alisar, pode dar nomes das marcas aqui? 
Lá vai: “Alise&Tinge”, foi uma das piores coisas que eu fiz com o meu cabelo, por causa da química ele quebrou muito! E eu ganhei uma franja bem atrás da minha cabeça, era bizarro. Nessa época eu já tinha sido muita coisa, loira, morena, henna, mexas e por aí vai .. Mas por causa desse estrago que eu fiz no cabelo, eu tive que corta-lo bem curto, foi um corte meio louco Werner Style, e foi daí que a salvação foi chegando. 
 
Eu resolvi que não queria mais química alguma, e fui deixando ele crescer natural, e fui começando a gostar. Aos 17/18 anos eu comecei a trabalhar mais com moda, e eles sempre faziam a Elba em mim, todos achavam um máximo, no fundo eu também gostava, mas não tinha coragem de usar casualmente ele assim. Foi passando o tempo, ele foi crescendo e cheio de cachos lindos, todo mundo elogiava, e eu comecei a perceber: “É, eu tenho cachos lindos!” Eu ainda fazia umas loucuras nele, como pintar a metade do cabelo de loiro, coisas assim que eu fazia em mim mesma no meu banheiro, até que fui parando de usar qualquer química para colorir e comecei a investir em hidratações. Nunca usei relaxamento de cachos.
 

Hoje, eu libertei a Elba!

Depois de ser encorajada a escovar o cabelo a seco, sem dó de desfazer os cachinhos perfeitos e deixar vir as ondas mais rebeldes, eu hoje me sinto muito mais livre. Sei bem como meu cabelo é, e não tenho vergonha dele, ao contrário, continuo querendo explorar minhas possibilidades capilares, só que agora eu o exploro a partir do meu natural. 
 
Hoje, eu cuido bastante, mas é de uma forma livre. Sem exageros, tentando entender o máximo de como ele é ao natural. Faço hidratações, e uso diferentes cremes e shampoos. Claro, acho lindo pirar, é preciso! Mas pirar com o cabelo ao natural é muito melhor.
 
Eu lembro quando eu tinha uns 10/11anos e eu admirava minha amiga, que tinha cabelo liso e loiro, e ela levava uma escova de cabelo e deixava os meninos ou as meninas pentear seu cabelo nas pausas das aulas. 
Eu queria tanto ser penteada também, mas como? ..
Eu pensava que era impossível. 
Hoje eu sei que não é.  
 
Se eu pensasse da forma que eu penso agora, ia ser um sucesso, ia chegar o recreio, e eu ia evocar:
 
  –  Quem quer conhecer a Elba!!??
 
E adeus xuxinha.
 
Beijos HAIRDRAMA,
foi um prazer fazer análise com vocês <3 
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