HAIRDRAMA

ENTREVISTAS! Archive

terça-feira

12

agosto 2014

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Cachos com a Carla Biriba

Written by , Posted in DESATANDO OS NÓS, ENTREVISTAS!, PRODUTOS

na casa da carla

na casa da carla

Nós fomos até o atêlier/casa da Carla Biriba e ficamos encantadas com tudo – com Zack e Molly – dois cachorros fofíssimos!, com as bicicletas fixas penduradas na parede, com o marido da Carla o Ciro Luporini que está estudando pra ser barbeiro, com a penteadeira e todos os produtos em cima, com o prédio, com a vizinhança, enfim…  Como já falamos, ficamos encantada com tudo! Mas como estamos aqui pra falar sobre cabelo, vamos voltar pro assunto, até porque também ficamos encantadas com as dicas e produtos que a Carla indicou.  Ela é uma maquiadora e hairstylist nível top top top, super cool, vocês precisam entrar no site dela (é só clicar aqui) pra terem noção do que estamos falando. Ela é uma artista gente, fora isso tudo, ela é dona de cachos maravilhosos e usa franja. Corremos atrás e conseguimos: uma cacheada expert no assunto, por ser cacheada e por ser uma “hairprofessional”. Então gente, o vídeo tá logo aqui embaixo, e logo em seguida tem os produtos e claro fotos dos cachos. Aproveitem!!!

Ah! Sua especialidade em corte é cabelo masculino, coisa rara por aqui, então meninos que moram no Rio, essa dica é pra vocês – CORRAM!!!

Os Produtos:

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Agora a dona dos cachos!

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sexta-feira

11

julho 2014

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HAIRDRAMA na redação do Caderno Ela

Written by , Posted in ENTREVISTAS!

materia caderno ela cabelos

O Ela é o caderno do jornal O Globo feito para  mulheres, encartado aos sábados, está sempre conectado com beleza, moda, arte, design, gastronomia, etc… Nós adoramos os editoriais de moda, têm sempre cabelos interessantes que nos servem de inspiração, fora que também nos deixa por dentro do que está rolando nesse mundo que pra gente ainda é distante, mas nos interessa muitíssimo! E foi por isso que decidimos correr atrás de uma entrevista com a  Ana Cristina Reis, editora do caderno, e não é que nós conseguimos. Não vamos nos estender muito nessa introdução, porque acabamos fofocando muito lá na redação (escrevemos fofocando, porque achávamos que estávamos indo fazer uma entrevista séria, mas quando o assunto é cabelo não tem jeito, a gente acaba fofocando), local onde fomos super bem recebidas pela Ana Cristina e a Talita Duvanel repórter do caderno. Foi uma delícia de papo e entrevista, as duas são muito simpáticas e generosas, assim que chegamos a Ana Cristina já tinha separado matérias do Globo que falavam sobre cabelo, e antes mesmo de irmos embora já tinha tratado de nos enviar um email com as matérias em pdf, que é claro nós vamos compartilhar com vocês também. Mas primeiro a entrevista!

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HAIRDRAMA – Qual é o espaço que o cabelo tem dentro do Caderno Ela?

ANA CRISTINA REIS – Cabelo, por incrível que pareça, apesar de ser fundamental, ele é discreto, no sentido de que se ele não está ruim, se a gente não nota o cabelo nas produções, é sinal de que ele foi bem feito. Ele não é notado justamente quando ele está bom. Então, quando você muda a produção do cabelo, você muda a imagem. Agora então, com essa onda dos anos 90 em moda, os anos 80 também, você faz uma cabelo volumoso, grande, fica mais vamp, quando você faz um cabelo mais reto fica uma coisa mais clássica, curtinho fica mais jovial, anos 60. Então o que eu quero dizer é que o cabelo, para a gente, é tão importante quanto a roupa e maquiagem, apesar de não ser tão exaltado. A Talita, que cuida do blog  sabe que é uma fissura dos leitores, né?

TALITA DUVANEL – Na internet a gente consegue aproveitar algumas coisas que a gente não aproveita no caderno. As pessoas gostam muito na internet de dicas, como você vai resolver tal problema, o que está na moda e o que não está, etc…

ANA CRISTINA REIS – Por exemplo, um oleozinho tal, que é a última novidade, aí esse oleozinho vai ser o milagre…

TALITA DUVANEL – Na internet você consegue explorar muito essa coisa da dica, o que você pode comprar para resolver um problema X…

HAIRDRAMA – Hoje em dia o cabelo colorido não é mais algo transgressor, a gente vê cabelo rosa na novela, numa atriz de Hollywood, numa “It Girl”… O que seria equivalente ao cabelo colorido hoje?

ANA CRISTINA REIS – Por incrível que pareça ainda é transgressor o cabelo branco, curtinho. Cada vez mais eu tenho visto conhecidas minhas de 50 e poucos anos dizendo “Ah, eu vou deixar… Por que não?” Antigamente, só mulheres de 70 anos faziam isso. Quer dizer, hoje você também vê mulheres de 80 anos que fazem o cabelo curtinho e deixam branco, mas ainda é uma atitude transgressora…

TALITA – Ainda mais se for longo…

ANA CRISTINA REIS – Eu tenho uma avó que tem 100 anos, sabe quando é que ela falou pra mim “Minha filha, vou deixar de pintar o cabelo”? Com 96 anos… Ou seja, acho que ainda é um mito. Tenho sentido que gente mais jovem, porque 50 e poucos anos é jovem, estão pensando em deixar o cabelo branco. Isso há 40 anos atrás não se pensava, ia parecer desleixo.

HAIRDRAMA – Até que ponto vocês acham que o cabelo muda a personalidade de uma pessoa e a percepção que gente tem dela. Nós, atrizes temos que mudar o tempo todo…

ANA CRISTINA REIS – A gente sente isso nas produções…

TALITA – A mesma modelo (Débora Muller) fez um ensaio no mesmo hotel, na mesma semana e parece que você contratou 5 mulheres diferentes.

materia caderno ela debora muller

HAIRDRAMA – Porque vocês acham que o cabelo tem esse poder de transformação?

ANA CRISTINA REIS – Acho que por ser a coisa mais óbvia, mais aparente. É interessante você olhar historicamente quem é que cobre o cabelo: freira, rainha, mulheres no dia do casamento na igreja católica e as mulçumanas, porque cabelo também é tentação né? Cabelo é o que atrai, o que tenta…

TALITA —  E também é a coisa mais fácil de você mudar, eu não posso mudar meu nariz assim tão facilmente.

HAIRDRAMA – Vocês já mudaram muito?

TALITA – Na verdade eu sempre fui loira, aí com 15 anos meu cabelo começou a escurecer e eu comecei a pintar, e desde aí eu pinto. Eu não tenho outra referência de cor em mim, eu tenho uma vontade danada de mudar, mas eu não consigo… Acho que dá muito trabalho.

ANA CRISTINA REIS – Eu sou de uma geração que costumava fazer touca, o pessoal com 12, 14 anos fazia touca, eu nunca fiz porque minha mãe falava: “Minha filha seu cabelo é naturalmente lindo ondulado”. Eu falava pra ela: “Mãe tô parecendo a Gal Costa”, e  aí meu pai falava: “Minha filha você nasceu para o rabo de cavalo”. Mas eu pensava: ah mas eu vou ficar de rabo de cavalo o tempo todo? Não… E eu não gosto de cabelo grandão, não gosto de rabo de cavalo, então vamos cortar. Quando garota meus pais eram bem práticos: não use brinco porque é coisa de índio, corta o cabelo pra ser fácil, pra lavar e ser prático… então eu sabia que eu gostava de cabelo curto, sempre tive curto e tal. Cor: nasci com o cabelo preto, caiu e veio ruivo,  fiquei com ele acobreado até os vinte e poucos, aí veio o primeiro tufo de cabelos brancos, aqui no jornal… Eu passava um negócio que nem sei se existe mais, Henna, usei anos e anos Henna castanho ou acobreado. Tenho vontade de ficar um tempo com o cabelo preto. Estou chegando numa idade que se tiver um “highlight”, uma coisa clara, melhor, para não aparecer as rugas.

Ah! Outra coisa que anotei aqui: permanente. Eu fiz um permanente pra minha formatura na faculdade em 89, porque meu cabelo é ondulado, mas não é cacheado, é o meio do caminho. Ficou bom, mas eu fiquei parecendo aquela Tina, da história em quadrinhos da Mônica. Tem uma coisa, eu uso óculos, e quem usa óculos sempre fica achando que vai ficar muito papagaiado, muito aquele filme “Tootsie”, muito traveca se usar muita coisa, então evito usar brinco, evito usar presilha.

 HAIRDRAMA – Vocês usam muito acessórios de cabelo?

ANA CRISTINA REIS – Eu gosto quando eu boto lente de contato e óculos, eu gosto de lenço, gosto de chapéu. Eu tenho um lado meu atriz sem desenvolver, então eu me fantasio para a ocasião, por exemplo, fui andar de carro com um cunhado meu num conversível, olha aqui (mostra a foto de chapéu), quer dizer eu me fantasio. Eu tenho em casa peruca azul, vermelha, ruiva. Eu tive tiróide e meu cabelo caiu bastante, fiquei com pouco cabelo, então cortei bem curtinho e comprei uma peruca meio chanelzinha ruiva na Fiszpan, eu fico outra pessoa, meu deus que coisa!

Outra coisa que anotei aqui: A gente sempre acha que quando a gente viaja o cabelo da gente fica muito melhor, clima seco, o clima do Rio não é bom pra cabelo.

 HAIRDRAMA – A água também faz muita diferença, até fizemos um post sobre isso.

ANA CRISTINA REIS –  Por outro lado, tem que pensar uma coisa, eu lavo o cabelo todo dia, eu não usava condicionador, mas depois que comecei a pintar… Shampoo eu não compro, porque a gente ganha muito, eu uso desde Johnson & Jonhson até um shampoo inglês de um marca top e cá entre nós, eu não sinto diferença, eu acho importante variar.

TALITA – Eu acho que shampoo é muito detergente, eu acho que não vale muito a pena gastar dinheiro nisso, acho melhor gastar em outro produto.

ANA CRISTINA REIS – Eu gosto muito de um produto que não conhecia aqui no Brasil, o shampoo seco. Eu tenho uma avó materna que sempre morou em NY, ela lavava o cabelo de 3 em 3 dias no salão, e nos outros dias elas passava isso e agora que chegou aqui. Pra quem tem o cabelo oleoso e comprido é bom, pra mim que tenho cabelo curto não adianta muito.

TALITA – Eu uso sempre, já testei vários, gostei muito do da kérastase e o da Redken Pillow Proof. (Os dois estão indicados lá no nosso post só sobre shampoo seco!)

 SUPER DICA:

ANA CRISTINA – As minhas duas avós dormiam com fronha de seda no travesseiro porque amassa menos o cabelo. Porque é isso, né, o penteado, escova tem que durar, porque é lei de Murphy, o cabelo tá sempre bom quando você não precisa. Quando eu NÃO tenho um encontro, então o cabelo vai ficar bom.

TALITA – E se você arrumou o cabelo em casa de bobeira ele vai ficar ótimo, quando você precisa sair não tem jeito.

HAIRDRAMA – Vocês já mudaram o cabelo – corte ou cor – e alguma coisa aconteceu logo depois, tipo trabalho novo, relação nova, etc… De sentir que o olhar de fora mudou.

ANA CRISTINA: Quando eu corto meu cabelo muda muito, eu já tive cabelo aqui (apontando pra um comprimento longo), e eu mudo radicalmente quando eu corto o cabelo, as pessoas falam que eu fico parecendo outra pessoa. E eu dou a maior sorte pra namorar com cabelo curto, casei, tudo com cabelo curto. E conversando com meu primeiro namorado, meus outros namorados e marido, eles falavam: “engraçado, não é que eu goste de cabelo curto, eu gosto de cabelo curto em você.” É interessante, quer dizer, então esse negócio de cabelo curto, de que homem gosta de cabelo comprido, homem gosta de cabelo comprido sim, mas ele gosta da pessoa. Então quer dizer, tem homem que diz que gosta de cabelo curto porque gosta da nuca, mas não é isso, é porque a pessoa é que é interessante. As coisas acontecem comigo de cabelo curto, eu me sinto relaxada.

seleção elaHAIRDRAMA – Quem vocês acham que é a mulher brasileira mais estilosa quando o assunto é cabelo?

ANA CRISTINA – Tem tipos, não tem? A Constaza Pascolato que tá sempre com cabelo diferente. Tem também a Gisele Bündchen, que tá à um passo da cafonice, um passo mínimo, mas ela é um acontecimento, é o Niagara Falls, o Grand Canyon e ela. Tem o cabelo da Cleo Pires, antes a mãe dela.

TALITA – Eu me lembro quando eu era criança a referência era o cabelo da Glória Pires. Ela tinha um cabelão.

ANA CRISTINA – Os cachos da Patrícia Pillar.

TALITA – São os cachos mais lindos.

ANA CRISTINA – Quer dizer são várias, não é uma só.

HAIRDRAMA – E entre as mulheres internacionais?

 ANA CRISTINA – A gente adora a Julianne Moore.

TALITA – Ah, é! Ela tem o cabelo maravilhoso!

ANA CRISTINA – Ela é maravilhosa! Tem também a Rihanna que é interessante, ela corta o cabelo de qualquer maneira e fica bem, o rosto é muito bonito, né. A Julia Roberts também tem o cabelo interessante porque ela consegue usar o cacheado e liso, e ela quando cortou curtinho pra fazer a Sininho ficou ótima também.

HAIRDRAMA – Quem vocês acham que é o grande cabeleireiro aqui no Brasil?

TALITA – Eu vou falar do meu. Eu corto com o Anderson Couto do Majestic. Eu gosto muito dele, e eu sou tempo pré-Letícia Spiller, depois dela ele bombou, ele é incrível.

ANA CRISTINA – Eu corto há anos com o mesmo, não é conhecido, chama Marcos, é num subsolo num salão que chama Gomes Coiffeur, na Aníbal com Visconde de Pirajá (Ipanema). Ele já trabalhou em vários salões e eu fico seguindo, onde ele vai eu vou. Eu gosto aí eu fico, eu não sei se eu sou fiel ou preguiçosa. Mas por outro lado, se eu tô de férias, viajando, é que nem impulso, eu vou e corto. Vou porque bati o olho e gostei ou porque to chateada com alguma coisa, e pergunto, qual é o melhor? E vou.  Mas aqui eu fico sempre no mesmo.

ANA CRISTINA – Aqui no Ela as meninas vão aonde?

TALITA – As meninas gostam do Tiago Parente.

ANA CRISTINA – Também tem a Mandy e antes, o France Jean Yves.

TALITA – A Lívia Breves gosta do Edson Rysco no Bairro Peixoto.

ANA CRISTINA – Corte é quem nem terapia, você tem que ter empatia com a pessoa.

TALITA – E tem uma coisa, ele tem que saber se você é tipo de pessoa que está disposta a ficar arrumando o cabelo, secando. Eu por exemplo, não gosto de usar secador, eu fico ai meu deus, tá ressecando o meu cabelo. Eu já sou meio psica com cabelo seco, então não adianta ele fazer uma coisa que eu vou precisar secar meu cabelo todo dia, porque eu não vou querer secar.

ANA CRISTINA – A gente quer que seja bonito e prático né.

 DICA:

ANA CRISTINA – Lavar cabelo com sabão de coco e depois um óleo de amêndoa.

 HAIRDRAMA – E pra finalizar, vocês já passaram por algum hairdrama?

TALITA – Eu não. O Anderson nunca cometou erros, rs.

ANA CRISTINA – O meu hairdrama, eu tinha 18 anos, não morava aqui, vim passar férias e aí tava com cabelo comprido e resolvi ir na Socila que na época era o máximo, quando eu saí de lá, meu cabelo estava quase de soldado de tão curtinho. Aí eu cheguei em casa  e perguntei, pai o que você achou? E ele: “é, tá parecendo o irmão da Ana.” Eu de óculos, 18 anos, cabelo curtindo… esse foi meu hairdrama.

TALITA – Ai me lembrei de uma vez que eu cortei, mas eu era bem pequena. Lembra daquela novela “Quatro Por Quatro”, que tinha a Babalu, ela tinha o chanelzinho aqui, e eu queria cortar que nem o da Babalu. E eu tinha cabelo aqui (mostra comprido) e cortei, eu chorava muito, porque achava que não tinha cabelo, e nem era tão curto, mas eu era pequena, e dizia, eu nunca mais vou cortar o cabelo e desde então nunca tive o cabelo tão curto.

Como prometemos no início aí vai a segunda matéria que Ana Cristina nos mandou, que é demais, fala sobre os cabelos dos últimos 50 anos, a nossa cara né!

materia caderno ela cabelos

 

 

quarta-feira

25

junho 2014

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Nossa primeira entrevista! HAIRDRAMA na Rádio Roquette Pinto

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O Thiago Gomide apresentador do programa A Rede da Rádio Roquette Pinto nos convidou para uma entrevista e nós adoramos! O bate-papo, foi uma delícia! O Thiago e o Saulo Machado (também apresentador) são divertidíssimos, a entrevista voa, pelo menos foi a nossa sensação, rs! A Rede como eles mesmo dizem “é um programa de 15 minutinhos que traz duas entrevistas com quem está fazendo trabalhos interessantes, chamando atenção na internet.” Ae! Trabalho interessante!! Yuppie! Rs! Cafonada à parte, o programa vai ao ar toda quinta às 22:00, 94,1 FM, no Rio de Janeiro.  Nós falamos de várias coisas, pessoais e do blog, sempre no assunto cabelo, é claro! Aqui embaixo está a entrevista e uma lista com os links de todos os posts que a gente comenta durante a conversa pra quem tiver  curiosidade de ver. Divirtam-se!!!

1 – Carecas charmosos

2 – Barbeiro no Brooklyn

3- Dia de Davines no Blanc Collection

4- Com flores na cabeça

5 – Lenços

6- Personagem transformação Diana – Undercut