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quarta-feira

8

abril 2015

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Hairdrama viajando – um mini guia de Paris com corte, passeio e comida.

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Por Diana Herzog

Paris é uma cidade incrível, tão incrível, que você pode passar a vida indo pra lá, mas basta você mudar de vizinhança pra ver que será como descobrir uma cidade nova. O que eu quero dizer é que cada arrondissement (bairro, digamos assim), é uma Paris, com restaurantes, mercados, lojas, bares, parques, enfim… é uma área particular, com características próprias, claro que sem perder o ar parisiense, mas que faz a cidade ser tão múltipla. É isso, tem muita gente que mora num arrondissement e muitas vezes não sai de lá por nada, ou muita gente que conhece profundamente uma área, mas quando vai ver não sabe nadinha de outra. Porque como eu disse é um mundo.

E eu, é claro, hoje tenho as minhas áreas preferidas. E o que vou compartilhar aqui, na forma de um mini guia, é uma delas. Essa área fica entre o primeiro e segundo arrondissement – é bem a meiucua de Paris, mas como é bem pertinho do Marais (onde eu fiquei), também vou apresentar uma das ruas que eu mais frequentei durante a minha estádia. Ao invés, de apresentar um local específico, restaurante ou etc… vou apresentar as ruas, porque elas sozinhas já são um evento, e o que não vai faltar é lugar pra visitar. Daí fica da vontade e interesse de cada um.

A primeira e principal do post é a rua Montorgueil (não é a rua do salão, mas é a rua que cruza com a rua do salão) uma rua… digamos assim, gourmet. É uma loucura de delícia e de charme. Ela é pequena, começa do lado da igreja St. Eustache (igreja com o maior órgão de tubos da França) que fica de frente pro Les Halles, e vai até a rue Reamur um pouco ao norte (na segunda parte ela muda de nome pra rue de Petits Carreaux). É uma rua de carro, ocupada principalmente por pedestres e ciclistas – um sonho! Dia e noite (o movimento não vai até muito tarde), vive cheia, com o horário de pico no almoço, então é isso, muita gente passeando a pé e os carros é que tem que se virar, ou melhor, esperar. A rua, como vocês vão ver no vídeo, tem várias mini lojas e mercados que oferecem comida de tudo quanto é jeito, para comprar e levar pra casa pra cozinhar ou simplesmente compor um belo antepasto. Tem do Grego, ao Italiano, pro Chinês, Francês, Árabe, tem também as lojas características francesas – charcuterie (carne de porco), boulangerie (pães e doces), fromagerie (queijos), boucherie (carnes), tem lojas de vinhos, de flores, de chocolate, de marca de produto orgânico… isso porque eu nem comecei a falar dos restaurantes, tem Indiano, Thailandês, natural, Marroquino, Italiano e claro vários bistrôs. Tem mais de um supermercado, sendo que um deles é o Naturalia mercado de produtos orgânicos. Paris tem várias ruas nesse estilo, mas a que eu conheço e mais me emociono quando passeio por ela é a Montorgueil (percebem que estou há algumas frases super utilizando o verbo TER, porque é isso, essa rua TEM muita coisas!)

A rua Tiquetonne é a rua do salão e como já disse rua que cruza com a Montorgueil. Ela também é pequena, não tem tanto movimento, dá pra perceber no vídeo que é uma rua mais escondida, o que faz dela  especial. Tem várias pérolas ali! São alguns restaurantes bacanas, três salões  (tive que escolher um), uma loja bacanérrima de bicicletas, outra charmosa de acessórios, isso que eu não visitei tudo, e isso que eu disse que era pequena, rs! São três salões na rua, um que me pareceu mais tradicional, então não me animou tanto; outro super hipster, com cortes mais baratos e pessoas, tanto as que estavam cortam quanto as que foram cortar, com looks super originais, confesso que fiquei com medo, achei melhor não arriscar; e por último o Guild Hairdressing, que agora pensando bem, fica no meio do caminho. Primeiro é importante frisar que o Guild Hairdressing é também uma escola, então eles fazem um esquema, onde o custo do corte varia de acordo com a formação do profissional. O “creative director” é o mais caro, mas como estava pagando em Euro, não rolou pra mim não. Escolhi o corte mais barato, que é com quem está começando, e tive uma grata surpresa. Quem cortou meu cabelo foi a Cecile, eu até postei o cabelo dela no nosso instagram, e ela arrasou! Cortou meu cabelo super bem, entendeu exatamente o que eu pedi. Paguei $50, e se vocês pensarem, até com a conversão ficou muito mais barato do que muitos salões, “mar ou menos” que temos nas cidades grandes. Saí de lá feliz, dá pra ver no vídeo. Agora o melhor do corte dela não foi como eu saí, porque o cabelo ali, ainda estava muito fraquinho e castigado, o melhor é perceber como hoje um mês depois,  o meu cabelo ficou mais forte. Acho que é combinação do corte dela e o kit Nioxin que tenho usado (farei um post).

Agora só pra terminar, quero indicar uma rua, que é pertinho dessas duas, acho que são uns três ou quatro quarteirões, e que vale super a pena ir a noite, depois já ter passeado pela Montorgueil e cortado o cabelo na Tiquetonne. Estou falando da rua St. Martin, mas só no quarteirão entre rue Aux Ours (que é a mesma que a Etienne Marce  (só muda de nome nesse trecho) e a rua Rambuteau. Ali a noite é demais! O movimento mesmo, começa na quarta e vai final de semana adentro. Mas os três cafés (barzinhos para nós brasileiros) estão sempre cheios, não importa o dia e é um do lado do outro, o Café La Fusée, o Jojo e o Café Everest, nessa ordem, que também é a ordem do mais cheio, mais badalado para o com mais facilidade de achar mesa. Sentei muito no Jojo, porque por algum motivo tinha sempre a mesma mesa esperando por mim, mas confesso que sempre quis sentar no Café La Fusée, façanha que só consegui uma vez, as três manhã, e mesmo assim ainda estava lotado. O Café La Fusée é o único dos três que abre de dia, na verdade já abre pro café da manhã, e é isso, de manhã já tem gente sentada lá. Ah! O preço dos chopes é super acessível, eu pedia uma demi, que é tipo o tamanho do nosso chope daqui, e pagava $3 numa Floreffe. Uma Floreffe gente! Não é uma Brahma ou Antartica, que são feitas de milho transgênico (to ficando muito chata com essa coisa de orgânico, rs).

Logo em frente tem um “Bar a Vin”, que é a cara de Paris e fica bem no início de uma “passage” (passagem, entre duas ruas, que se faz por dentro de um prédio, coisa super comum por lá) super charmosa com galerias e lojas, todas com um perfil “artsy”. Um dia sentada no Jojo com uma amiga, vimos um mega movimento no “Bar a Vin”, e na entrada da “passage”, que pedimos logo a conta, pra correr pro outro lado da rua e ver o que se passava. E não é que era uma vernissage, com vinho, arte e um monte de gente interessante conversando. Nessa mesma noite, com essa mesma amiga, depois da vernissasge, corremos pro Le Carlie, logo acima.

O Le Carlie, já é um bar mesmo, quero dizer não parece um café, que fica lotado de gente que vai pra ver gente. Lá é super divertido, acho que fui na minha primeira semana com uma outra amiga, e voltamos várias vezes. Tem também ali pertinho um bar com boate embaixo e do outro lado da rua dois bares/boates para mulheres que gostam de mulheres, sempre muito cheios e animados.

Se der larica, na rua tem dois árabes e na esquina com a Rambuteau um típico francês desses de rua que vendem crepe e panini – não são tão bons, mas quando a fome bate a fome bate, rs! E falando em Rambuteau, é uma outra rua delícia, que se você seguir um pouco pro leste já cai praticamente no meio do Marais, que aí pode virar um outro post a parte, com vários outros restaurantes, lojas, bares, cafés, parques… ah… Parrrris! Só de escrever isso tudo está me dando uma saudade imensa e uma vontade louca de voltar! Ai ai…

Ah!  Já ia me esquecendo! Tem o Marché “Saint-Eustache-Les Halles” (feira) que fica na rua Montmatre logo atrás da Montogueil, toda quinta e domingo. Ia aos domingo comprar verduras e legumes orgânicos, mas tem também comidas, frutos do mar, pão. Várias delícias!

Alguns dos endereços:

Eric Kaiser Boulanger e Patissier – pão maravilhoso! São várias lojas espalhadas por Paris. Sempre lotada.

16 Rue de Petis Carreaux (é a continuação da Montorgueil)

Dyonisos Trateur Grec – loja de comida grega. As azeitonas são incríveis!

14 Rue des Petits Carreaux (é a continuação da Montorgueil)

Bolly Nan – indiano, tipo street food. Não como não parar na hora do almoço, nem que seja só pra olhar, porque o cheiro do nan (pão indiano) é maravilhoso. Fica com fila na porta, preço super em conta, comida bem gostosa. Você escolhe o que vai comer no balcão, senta que te levam a comida depois.

12 Rue des petits carreaux (é a continuação da Montorgueil)

Delitaly Epicerie Italienne – loja de comida italiana, as massas frescas são deliciosas, o ravioli recheado de trufa é a minha dica! Tem vários antepastos também.

5 Rue des Petits Carreaux (é a continuação da Montorgueil)

Exki – restaurante esquema fast food, só que natural. Cansei de entrar pegar um sopa e uma salada. Bom, prático e barato.  

59 Rue Montorgueil

Café du Centre – café típico parisiense, ótimo lugar pra sentar, tomar um “verre” (taça de vinho), beber um café ou tomar uma tradicional Sopa de Cebola.

58 rue Montorgueil

Le Tambour – restaurante que fica na rua detrás, animadíssimo! Aberto até tarde, coisa raríssima em Paris.

41, rue Montmartre

Aux 3 éléphant – thai bem gostosinho, aberto almoço e jantar, está sempre cheio.

36, rue Tiquetonne

O’ Scia’– pizzaria napolitana. Também sempre cheia, tivemos que tentar mais de uma vez pra conseguir sentar, vale fazer reserva.

42 Rue Tiquetonne

En Selle Marcel – loja de bicicleta muito charmosa.

40 rue Tiquetonne

Guild Hairdressing – o salão.

18 rue Tiquetonne

E. Dehillerin – loja incrível de utensílios culinários.

18 e 20 rue Coquillière

Bovida – mais uma loja incrível de utensílios culinários.

36 rue Montmartre

Mora – mais uma.

13 rue Montmartre

A. Simon – mais uma, rs!

48 e 52 rue Montmartre

Algumas fotos!

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terça-feira

17

março 2015

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Tintas naturais ou hairdrama ou como o meu cabelo ficou com mechas “verde cloro de piscina”

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Por Diana Herzog

Passei dois meses estudando em Paris… ah, Paris… os parques, as ruas cheias de gente mesmo à zero grau, cafés, museus, teatro, shows e um mundo de produtos orgânicos. Confesso que essa cidade me emociona muito, mas a emoção que eu senti tendo acesso a tantas escolhas de produtos orgânicos, tanto para beleza, quanto alimentação, limpeza, etc… foi única. Já há algum tempo eu venho mudando os meus hábitos, trocando o meu desodorante por um sem alumínio, indo a feira orgânica toda terça, e experimentando produtos como o que eu já recomendei por aqui (Keune So Pure).

No Brasil é difícil achar produtos orgânicos ou naturais de beleza pra comprar, nós temos a Renata Esteves que faz um belíssimo trabalho através do site Beleza Orgânica, mas nós precisamos, também, que esses produtos existam nas prateleiras das farmácias Pachecos e Venâncios da vida, em lojas especializadas ou até em supermercados, e claro à preços possíveis. Por isso minha emoção foi tão grande ao entrar no Bio C’ Bon, um mercado de orgânicos e achar quase que uma mini farmácia de beleza orgânica. Fiquei louca e até postei no instagram e me  dei a missão de experimentar o máximo de produtos que dois meses e o meu bolso permitissem.

EuIMG_3161 fiquei tão empenhada na missão, que hoje me encontro com mechas verdes no cabelo, sabe aquele verde de quem é loiro e nada numa piscina com cloro, pois é assim que eu ainda estou, rs! Eu tenho muitos fios brancos, e já sabia das várias opções de tintas naturais que eu encontraria. Já na primeira semana comprei a Color & Soin que é uma cor permanente com extratos vegetais. É difícil escolher, são várias opções de marcas, mas o mais complicado mesmo é entender a cor, eu comprei num mercado natural, então não havia palheta de cores, e as caixas mal vem com uma foto da cor (como isso realmente fizesse diferença, rs), então tem que confiar e ir na sorte.
Escolhi o “Blond Miel” (loiro mel), fui pra casa animada e com medo, porque tinta é um mistério, ainda mais quando se mexe com loiro, a gente nunca sabe quando vai sair um laranja. Fiquei muito aflita durante o processo e enquanto esperava o tempo da tinta, rezava um pouquinho pra que tudo desse certo. A reza foi forte e deu super certo. Eu amei a cor, ficou um loiro mel bem bonito e também melhorou a textura do meu cabelo. Ah! Quando fiz a mistura da tinta e apliquei no cabelo fiquei impressionada com a suavidade do produto, não tinha aquele cheiro forte de tinta, não tinha cheiro nenhum na verdade, e também não senti nenhuma ardência ou coceira no coro cabeludo, foi uma beleza!

Bom, a minha felicidade durou quase 4 semanas, os fios brancos começaram a interromper a harmonia daquele loiro mel IMG_3570 que eu nunca tinha tido, saquinho! Me encontrei numa dúvida cruel, comprar a mesma tinta e garantir a cor que estava me fazendo tão feliz, ou continuar na minha missão – experimentar o máximo de produtos pra poder compartilhar aqui no blog. Meu dever com o Hairdrama falou mais alto, e eu disse “au revoir” ao loiro mel. Dessa vez comprei a tinta no Naturalia, um outro mercado orgânico um pouco mais simples que o outro. Comprei  a cor “Blond Moyen” (meio loiro) do Beliflor. Tive a sensação de ser tão suave quanto o Color & Soin, e mais uma vez durante o processo, comecei a rezar pra que não ficasse laranja. Bom, a reza deu certo, laranja não ficou, rs! Não sei até agora o que aconteceu, mas tenho a impressão de que foi uma reação química entre as duas tintas e as mechas que já estava lá antes da minha viagem, porque foram só as mechas que ficaram esverdeadas, e foi isso que me irritou, porque fora as mechas a cor ficou incrível!!! Um mel brilhoso, apagado pelo verde opaco, rs! Fiquei arrasada. Mas é isso, tinta é química e quando não entendemos muito, é melhor ficar no seguro, a não ser que você tenha muito cabelo  e seja desprendida, rs!

 

 

IMG_3569 Me deu uma louca depois disso e eu comprei mais uma tinta de caixinha, a Korres uma marca Grega, dessa vez no Beauty Monop, loja que só fui entrar no final da viagem e nossa como me arrependi. É uma loja de produtos de beleza em geral, mas fiquei impressionada com a quantidade de opções de tinta mais suaves e com a aparência mais profissa. Escolhi o “light honey chestnut” (castanho mel claro), porque fico achando que o escuro sempre cobre (mas não sei se isso confere, afinal como já mostrado aqui, nunca sabemos quando vai haver uma reação química), mas ainda não tive coragem de experimentar.  Os brancos estão novamente tomando conta, eu continuo com mechas esverdeadas e não sei se chamo um mestre da juba pra me salvar ou se arrisco mais uma vez, afinal é mais uma marca pra compartilhar com vocês. :)

Ah! Quero deixar claro que o meu cabelo ter ficado verde não tem nada a ver com a qualidade do produto que eu utilizei, inclusive ambos tem aviso sobre a interferência de outros produtos, o problema foi eu querer misturar tudo. Recomendo os dois! E outra coisa, é que nenhuma dessas tintas é orgânica, na verdade não encontrei tinta orgânica, mas sim, tintas naturais, sem amônia, sem parabeno, sem silicone, sem óleo mineral, sem metal pesado, sem resorcionol, o que é uma maravilha, porque acho que das piores coisas pra nossa saúde se tratando de produtos de beleza, são as tinturas.

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Primeira tentativa: logo depois comecei a rezar.

cabelo mel

A cor que eu amei, e durou um mês :(

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Hairdrama.

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Ao vivo é pior!

segunda-feira

24

março 2014

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Tranças express – HAIRDRAMA no DREAMDRY

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Por Diana Herzog


Esse post é só alegria! Um: eu reencontrei uma grande amiga da escola depois de anos. Dois: conheci um lugar fantástico onde fazer um penteado nunca foi tão simples e acessível. Três: conseguiram fazer uma trança no meu cabelo! Quatro: a trança ficou surpreendentemente fofa!

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Vamos do início, quando comprei a minha passagem pra NY, já mandei uma mensagem pra Roberta perguntando o que estava rolando de mais interessante em NYC. A Roberta é uma super amiga que conheço desde os 15 anos e de lá pra cá ela passou por vários trabalhos ligados ao mundo da moda, e hoje ela é responsável pela parte online de um dos jornais de moda mais importantes dos Estados Unidos, o Women’s Wear Daily – e eu sou só orgulho dela! Bom, foram várias dicas, mas a que me animou mais foi essa nova mania de “Blowbars” e “Braidbars” (tipo um bar pra escova e trança), um salão aonde não se corta, não faz unha, etc…  é especializado em penteados, penteados expressos. Alguns só fazem escovas, outros como o que ela me levou, o DREAMDRY faz escovas, penteados e tranças. Você pode lavar o cabelo lá, sai um pouco mais caro ($50), mas pode lavar o cabelo em casa e chegar só pra fazer o penteado – o que vale muito a pena. Nós pagamos $30 cada uma pra fazer as nossas tranças. Você pode marcar a hora pela internet ou pelo telefone, e é só chegar e 20 minutos depois sair linda, pronta pra badalar (o nosso levou um pouco mais de 20 minutos, fazer tranças no meu cabelo é uma tarefa nada fácil, rs!). O que eu achei mais interessante, principalmente se tratando das tranças, é que você pode fazer um trança super diferente, que não tem cara de casamento ou festa de gala, e sair pra uma festinha mais relaxada e arrasar no look, sair super estilosa.

O DREAMDRY funciona assim: você chega e eles já te oferecem champagne, e te dão um ipad que é na verdade um menu de penteados. Cada penteado tem um nome, o que eu escolhi foi a Bianca, e você vai passando até achar o que você gostou, claro que referencias de casa são sempre bem vindas. Você pode também esperar o seu stylist pra escolher juntos, foi o que eu fiz, porque não sabia nem se seria possível fazer uma trança no meu cabelo. E pronto, você senta, bebe um pouco de champagne, conversa com as amigas enquanto espera por tranças “express”. Quem me atendeu foi a Charlie, ela é uma graça e fez milagre no meu cabelo.

Ah! Esqueci de falar, que NYC também está com uma febre de dry shampoo (shampoo seco) um spray que tira a oleosidade do cabelo. Que é a primeira coisa que colocam no seu cabelo quando você chega com ele lavado. Além do shampoo seco, a Charlie usou em mim, um spray que dá textura pro cabelo, que é perfeito pra fios fininhos como o meu que ficam soltado o tempo todo e por último ela finalizou com um hairspray.

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Oribe é a marca que o Dreamdry usa, esses foram os produtos que a Charlie usou no meu cabelo.

Eu achei tudo lindo! Paguei $30, me diverti, bebi um pouco de champagne, comi hershey kisses (um chocolate bem Americano) e saí com uma singela coroa de trança que durou até o dia seguinte (eles dizem que você pode dormir e acordar que as tranças permanecem e foi o que aconteceu comigo). Quem for pra NY e tiver tempo, eu super indico o DREAMDRY, e se realmente for, tira uma foto do resultado e compartilha com a gente no HAIRDRAMA: todo mundo tem!

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segunda-feira

17

março 2014

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HAIRDRAMA no Brooklyn – mercado, cerveja, boliche e claro corte.

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Por Diana Herzog


Esse post eu escrevo com a maior animação, porque foi realmente onde eu mais me diverti nessa viagem que fiz. Fiquei em Manhattan, mas fui pro Brooklyn duas vezes, pra Williamsburg pra ser mais específica. Minha prima Fernanda Polacow, que é super “in” das paradas disse que eu tinha que ir lá conhecer, que na verdade eu tinha mesmo é que ficar por lá e não em Manhattan, essa última dica eu não segui, mas da próxima vez é certo que é por lá que ficarei. Williamsburg é uma graça, clima de cidade pequena com estilo, não tem nenhuma loja grande tipo H&M, Zara, etc… (pelo menos não por onde eu passei e pra deixar claro que não é que eu não goste de lojas grandes, mas é bom dar uma respirada e ver novidades). São boutiques, lojas com cara de que os donos são todos artistas, tudo super estiloso e charmoso. Esse post é um mini guia, uma sugestão do que fazer por lá se você tiver apenas um dia, e se esse dia for sábado ou domingo. Então aí vai!!! Ai que saudade que bateu agora!

Ah! Só mais uma coisa, vocês vão ver que no vídeo eu estou o tempo todo acompanhada de um homem, moreno, alto e charmoso, bom esse é o meu marido, rs! E inclusive ele é que vai estrelar a parte HAIDRAMA, num corte muito do bem feito no barbeiro da esquina. Ele é ator também, chama Luiz André Alvim, e se prestarem bem atenção, mas assim bem bem mesmo, alguns que acompanharam a novela Sangue Bom, talvez o reconheçam, mas não é tarefa fácil viu, porque ele fez uma personagem muito bem caracterizada. Só digo uma coisa, era um travesti, rs!

1. Brooklyn Flea e Smorgasburg (juntos): o primeiro é um mercado de pulgas bem hipster, que tem de tudo um pouco – vinil, quinquilharia, casacos, artesanato, móveis – é enorme! Vende coisas antigas e novas. Lá dá vontade de ter um casinha perto ou um container pra mandar pro Brasil, porque eu queria levar tudo pra renovar a nossa casa. O Brooklyn Flea durante o inverno acontece “indoors” e no resto do ano do lado de fora. Tem tudo explicadinho no site. E o segundo é um mercado de comidas, estava tudo tão apetitoso que decidimos almoçar lá dentro. São várias barraquinhas com comidas de diferentes regiões do mundo e de diferentes especialidades. O André comeu um prato venezuelano e uma salteña (Bolivia)e eu comi um grão de bico com polenta maravilhoso por $9, sim eu disse $9!!!! Alias o que mais tem em NY são lugares baratos e gostosos.

P1050793 2. Brooklyn Brewery: é umas das maiores cervejarias artesanais dos Estados Unidos, senão a maior. E é o maior barato, nós fomos duas vezes, uma num domingo, que é quando aquele movimento todo do video acontece – aos  sábados e domingos – e depois fomos na terça fazer um tour pela cervejaria com direito a degustação de algumas cervejas, e uma taça brinde. Esse tour é bem disputado, a reserva tem que ser feita com umas duas semanas de  antecedência, e custa baratinho – $10 por pessoa. Mas só de passar lá pra beber e ver o movimento já é um programa delícia. É um lugar onde as pessoas vão para socializar, beber, enfim… se divertir. Observação sobre o video: vocês vão ver que eu falo com toda a certeza do mundo que cerveja que o André tá bebendo é a Sorachi Ale, mas falei errado, o nome é Sorachi Ace, fiquei por uma consoante, rs!

 

IMG_04663. Brooklyn Bowl: do lado da Brooklyn Brewery fica o boliche mais divertido que já fui e olha que eu adoro boliche. É praticamente uma balada. Nós fomos cedo e mesmo assim estava bombando, mas acho que mais tarde a coisa fica realmente boa. É uma casa de show, bar, boliche e restaurante. Tem um palco com um pista de dança, um bar animado e um DJ tocando um som enquanto você joga. A boa é ver com antecedência a programação das bandas e tentar pegar num dia de um show bacana. Fiquei com essa vontade, agora tenho que voltar logo, rs! E também, como todo boliche, quanto mais gente for jogar, mais em conta sai porque se paga pela meia hora. Acho que é $24, nós íamos só jogar 30 minutos, mas quando vimos… o tempo passou… o tempo passou… nos divertimos muito!!!

4. The Corner Barber: em português – o barbeiro da esquina, foi um achado pra gente! Estávamos atrás de um lugar pro André cortar o cabelo desde Miami, mas não rolava nenhum. Passamos na porta desse barbeiro no domingo, eu achei uma graça, tem um estilo meio cool, trendy, tentamos um horário pra cortar ali agora, mas não deu, tinha que ter marcado com antecedência. Na terça passamos na porta de novo e resolvemos entrar, e pronto! Demos sorte, tinha um cara disponível e foi assim de repente, quando vimos o André já estava de cabelo cortado. O Sam foi o responsável pelo corte, não é dos mais simpáticos, mas sinceramente pra fazer o corte que ele fez no André tá valendo! Eu nunca vi o cabelo dele tão bem cortado, fiquei felicíssima! E mais importante, ele também. Por $30 eu sai dali com um marido mais charmoso ainda, e um super post pro HAIRDRAMA.

Gente só uma coisa, Williamburg é o lugar!!! Obrigada Fernanda!

 

quinta-feira

13

março 2014

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Ricky’s NYC e a minha cestinha de compras

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Por Diana Herzog

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Gente durante a minha viagem fiquei apaixonada por uma lojinha, que na verdade é um lojão, a Ricky’s NYC. É uma lojinha porque você entra e parece uma boutique, mas é um lojão porque tem uma variedade e oferta de cosméticos (com especialização nos cabelos) impressionante, e também tem lojas espalhadas pela cidade de Nova York e pra minha sorte em Miami (fui pra NY e Miami). Fui primeiro na de Miami que fica em South Beach na Lincoln Road – uma rua gracinha, só pra pedestres, cheia de lojas e restaurantes com mesas do lado de fora onde você pode sentar por horas só vendo o movimento. E foi o que fiz no primeiro dia, passeei pelas lojas e quando fui sentar pra entrar no clima, bem na frente do restaurante estava a Ricky’s, não me aguentei larguei meu marido sentado sozinho e lá fui eu, já comprar um shampoo e condicionador – eu estrategicamente viajo sem pra comprar tudo novo, rs! Tive que ser rápida, escolhi o shampoo Urban anti+dotes nível 3 da Bed Head TIGI e o Volume Conditioner da Senscience,  escolhi certo viu! Os dois estavam com um ótimo preço em torno de uns $12, e realmente fizeram diferença, meu cabelo ficou mais macio e brilhoso com essa combinação e olha que meus fios ainda estavam bem frágeis. Dei mais umas passadas na Ricky’s de Miami, mas não comprei nada porque não queria ficar carregando peso, ia só pra fazer pesquisa e olhar a loja que tem muita coisa legal. A Ricky’s tem de tudo, desde perucas à maquiagem, acessórios de cabelo à secador e chapinha à fantasias e algumas lojas tem até uma área reservada para um mini sex shop. Ah! E tem também o Revolver Salon em algumas localidades, onde é só marcar a hora pra mudar de look, e vale lembrar que onde tem o salão, tem também produtos mais específicos como as linhas da Nioxin especializadas em cabelos e couro cabeludos fracos.

Quando cheguei em NY foi uma festa, onde eu olhava tinha uma Ricky’s, e como praticamente só ando quando viajo, devo ter visto quase todas, rs! Sempre que possível dava uma entradinha rápida pra comparar preços  e ver produtos – as promoções variam de acordo com cada loja, e os produtos também. Então se não achar o que está procurando em uma, entra numa outra que talvez você encontre, ou também pode pedir pra vendedora procurar em outra loja, alias todos os vendedores são extremamente simpáticos e na maioria entendem de todos os produtos, se tiver dúvidas pode perguntar, que o papo pode render muito como aconteceu comigo.

No meu último dia de viagem voltei pra Ricky’s na 14th street perto do Union Square e lá fiz umas comprinhas, não dava pra levar muito por causa do peso e claro do din din, final de viagem é sempre uma lástima, rs! Comprei o Leave in da Nioxin que chama Rejuvenating Elixir, estou usando e adorando, tem dado peso pro meus fios que são tão leves, já que é um produto especializado em cabelos como o meu. Comprei também o velho e eficaz RD creme de proteína já batido, mas funciona que é uma beleza, tenho intercalado com o Nioxin.

produtos collageResolvi comprar o que está na cabeça de muita gente, que é o spray de água salgada, eram muitas opções e acabei escolhendo o do TIGI Catwalk Session Series Sea Salt, porque estava num bom preço, foi indicado pela vendedora e eu adoro a marca, trouxe um também pra Julia de presente. E por último, porque eu ainda insisto na idéia de que  meu cabelo faz cachos sim, escolhi  o Curvaceous full swirl da Redken – esse eu usei uma vez no cabelo já seco só pra dar um efeito, e já funcionou, deu uma textura legal, ainda não fez cachos, mas é porque o cabelo ainda está curto, rs! Agora esse da Redken é mais pesado, mais grudento, imagino que ele deva realmente fazer ondas incríveis, mas daquelas que não se pode colocar as mão depois, mas pensando bem, nunca se deve botar as mãos nos cachos.

Eu e meus cabelos estamos muito felizes com os produtos e com a Ricky’s NYC. Quem for a NY, Miami, Long Island ou New Jersey, não deixe de passar pelo menos uma vez, você vai se sentir como se tivesse cinco anos na Disney, algumas de vocês devem achar que eu exagerei na comparação, mas juro que fico muito animada, quando entro em lojas assim, sinto a mesma coisa quando entro na Sephora. Mas quem não tiver planos de viagem, a boa notícia é que tem o site e lá dá pra conhecer, encontrar e encomendar vários produtos que eles entregam no Brasil!! Yuppie!

Obs. Esqueci de dizer, sim paguei uma de turista cafona e tirei uma selfie em frente da loja, fiz isso pelo HAIRDRAMA, que fique bem claro, rsrs!

domingo

23

fevereiro 2014

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Trançamarlinda

Written by , Posted in HAIRDRAMA VIAJANDO

Por Diana Herzog

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Cheguei em Ny! E os cabelos e acessórios para cabelos são uma loucura, estou ficando maluca porque passo o dia olhando para as cabeças das pessoas! E olha que HAIRDRAMA contagia, porque meu marido também passa o dia inteiro me mostrando looks, é engraçado, as vezes acho que ele repara até melhor do que eu, rs! Ontem andando, dei de cara com essa trança, achei a coisamarlinda! A menina não acreditou que eu tinha gostado tanto, disse que fez em cinco minutos (me humilhou), e que nem tinha ficado tão boa, e se soubesse que seria fotografada teria caprichado mais. Não sei o que vocês acham, mas eu achei PERFECT! Ah, a perfeição é a imperfeição!

quinta-feira

20

fevereiro 2014

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Novaiorquina em South Beach

Written by , Posted in HAIRDRAMA VIAJANDO

Por Diana Herzog

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Boa tarde direto de South Beach! Depois de um ano trabalhando duro me dei de presente três semaninhas de férias, porque eu também mereço. Uma semana em Miami e duas em Nova York. Já estou chegando no final da parte Miami, amanhã saio de um inverno/verão para um inverno inverno! Passei essa semana, só reparando em cabelos, produtos de cabelo e acessórios para cabelos, o HAIRDRAMA não sai da minha cabeça. Não vi tantos looks interessantes por aqui, os que vi não fui sagaz o suficiente pra fotografar, mas ontem entrei na Sephora pra ver umas coisinhas e dei de cara com uma vendedora super cool. Conversei com ela um pouco sobre o seu cabelo,  disse que por aqui não via muitos looks ousados como o dela, mas já já estaria em Nova York onde veria um monte de cabeças interessantes, ela riu e disse que era de lá da cidade dos Yankees. Foi engraçado, mas fez total sentido, rs! É um look bem ousado e cheio de personalidade, talvez inspire um pouco mais a mulherada de São Paulo, a nossa cidade mais próxima de uma Londres ou Nova York.